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domingo, 6 de agosto de 2017

Desafios para uma nova consciência ambiental


As questões ambientais e de sustentabilidade tem mostrado infinitas possibilidades. É necessário ressaltar que as políticas para esse importante segmento social tem sido sistematicamente negligenciadas pelos atuais mandatários do poder executivo: seja ele o prefeito, o governador ou até mesmo o presidente da república. Essa triste realidade nos remete a uma questão ainda mais preocupante: a disseminação do pensamento  na população que existem necessidades mais imediatas. Esse pensamento cancerígeno, é sem sombra de dúvida o maior desafio, que se apresenta a nós que de um modo ou outro temos a clara percepção do impacto que a natureza tem sofrido, pois a matriz econômica simplesmente não leva em conta a defesa do meio ambiente. Desenvolver um antídoto mostrando a todos- inicialmente as pessoas mais próximas a nós -  a importância capital que estas questões tem em nosso cotidiano. Todas as atividades advém da Natureza! Agricultura, pecuária, pesca, exploração petrolífera, pré sal, extração de pedras preciosas e minérios. A lista continuaria longa, mas esses exemplos já nos bastam para mostrar que proteger a Natureza é proteger e garantir a nossa própria existência. Proteger as florestas, combater a caça predatória, regular a emissão dos gases poluentes que intensificam o efeito estufa e destroem a camada de ozônio; deveriam tais medidas estar na ordem do dia de qualquer gestor público. E devem ser compromisso de qualquer pessoa, ter a clara noção que as questões ambientais  nada mais são que uma questão de EDUCAÇÃO, sendo portanto fundamentais dentro do ideário humanista. Estaremos incessantemente focados em mostrar Rio Grande afora a importâncias dessas pautas e contamos com todos desde já, não poupando esforços, e trabalhando em conjunto com todos aqueles que tiverem o entendimento que não podemos mais adiar a discussão sobre essas demandas. E assim conseguirmos desenvolver uma nova consciência ambiental que atinja a todos da criança até o idoso. É esse nosso grande desafio no momento, convidando a todos  a seguirem nessa desafiadora jornada.


Alexandre Gay de Mattos
Cientista Social



segunda-feira, 24 de julho de 2017

Retrocesso Social Brasileiro

Analisando o relatório Luz da Agenda 2030, entregue à reunião do Conselho Econômico e Social das Nações Unidas que aconteceu em Nova York, chegamos a vergonhosa conclusão de que o Brasil está inserido, novamente, no Mapa Mundial da Fome. 

Em 2014, após a implantação de diversos programas sociais, o país tinha conseguido manter menos de 5% de sua população em insegurança alimentar, que é pré-requisito exigido pela ONU, para não fazer parte desta lista. 

O simples fato de retornar como membro da lista, já seria relativamente sério e vergonhoso à Nação, porém ao aprofundar a leitura do relatório, tomamos ciência da real gravidade que estamos expostos. Com o retrocesso que enfrentamos nos últimos dois anos de governo, observamos o esvaziamento do SUS, por pura incompetência administrativa e ineficiência política, o que vem beneficiando as empresas privadas do setor, leia-se Planos de Saúde. 

Com as restrições orçamentárias do Governo para a saúde é certo que enfrentaremos problemas para atingir tais metas. Soma-se a este quadro os crescentes casos de zika, chinkungunya, dengue, o ressurgimento da tuberculose, o surgimento de infecções hospitalares por superbactérias e a impotência dos medicamentos em combate-las. 

Outro ponto que expõe nossas dificuldades neste relatório é o combate as diferenças na igualdade de gêneros. Os casos de violência contra a mulher são assustadores, o País ocupa a quinta colocação mundial em número de homicídios contra mulheres e é líder absoluto em crimes de morte por homofobia. 

Os números não favorecem o cumprimento deste relatório, houve um crescimento em relação as desigualdades sociais, mas a atual crise põe em risco estes ganhos. Temos muito a fazer e será necessário mútua colaboração dos países membros. Avanços e retrocessos são fatos rotineiros na história, mas precisamos seguir em luta para preservar os direitos conquistados e galgar os desafios impostos para atingirmos as metas.

Marcelo Gonçalves
          Bancário

fontes: G1; igarape.org.br

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Não ao Pacote do Sartori

Pacote Sartori