terça-feira, 27 de junho de 2017
segunda-feira, 26 de junho de 2017
domingo, 24 de abril de 2016
Triste Realidade
Desde o término das eleições presidenciais de 2014 , assisto o permanente questionamento da oposição com sua derrota eleitoral. Ficava eu imaginando o que poderia querer , pois até aquele momento todas as eleições anteriores tinham seus respectivos resultados respeitados, dentro da mais absoluta tradição republicana. Afinal a maioria assim decidiu!
Olhando agora após a decisão da câmara dos deputados de aprovar a admissibilidade de impedimento da Presidenta Dilma Roussef , surgiu-me outro questionamento. A força do capital como mecanismo regulador dos seus próprios interesses, sendo com isso capaz de destruir a soberania nacional e desestruturar a Democracia tão arduamente construída e que nos é tão cara. O chamado capital transacional, não tem bandeira, pátria, não obedece normas, não obedece qualquer regulação ou regramento estabelecido, muito menos segue qualquer Constituição. Não respeita Presidentes, eleições, TSE, vontade popular nada enfim. É mais forte e devastador que um tornado, e tem a capacidade de controlar parlamentos mundo afora. Ainda mais fácil se torna esse controle, quando o parlamento em questão tem entre seus pares figuras patéticas, analfabetas, despreparadas e apegadas ao poder e a corrupção. Parlamentares de situação e oposição que só nos envergonham cada vez mais.
E, infelizmente, são a reprodução fiel de um eleitorado igualmente incapaz de perceber tais mazelas, portanto se tornando refém de algo que ele não é capaz de perceber. E achando mais cômodo repetir como um papagaio, o que os jornais escrevem ou que ele ouve desses mesmos políticos lamentáveis e ridículos confortavelmente instalados em seus gabinetes de luxo.
Essa é a nossa triste realidade que a meu juízo só se transformará radical e positivamente se cada um de nós tomarmos para si a tarefa de propagarmos a bandeira de uma Educação de qualidade. E somente um ensino de qualidade forma cidadãos de verdade; capazes de controlar o seu destino e decidir com inteligência e independência questões cruciais, como o futuro do País. Além de não nos submetermos a qualquer tipo de circo, chutando para fora da nossa Nação interesses que não são nossos e que não vão nos trazer desenvolvimento, segurança e bem estar.
PENSE NISSO.
Alexandre Mattos
Cientista Social
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016
O ataque dos medíocres, uma reflexão.
Eu havia pensado em muitas maneiras de falar sobre a mediocridade (no pior de seu sentido) no que se trata de administração de processos e, principalmente, pessoas.
Porém, a revista Superinteressante publicou um texto muito inteligente e explicativo sobre o tema. Nesse contexto, vários conceitos da administração de empresas, tais como: motivação, produtividade, clima organizacional, etc, podem ser analisados de forma que situações como essas nunca atrapalhem o bom funcionamento empresarial e mais, nunca provoquem os efeitos negativos sobre as pessoas que constantemente sofrem com esses ataques.
Portanto, deixo o link para a leitura. Todos temos experiências nesse tema, e quem quiser compartilhar conosco as suas, será muito benvindo.
A seguir o link (O ataque dos medíocres, por Revista Superinteressante).
Um abraço.
Guilherme Fonseca
Porém, a revista Superinteressante publicou um texto muito inteligente e explicativo sobre o tema. Nesse contexto, vários conceitos da administração de empresas, tais como: motivação, produtividade, clima organizacional, etc, podem ser analisados de forma que situações como essas nunca atrapalhem o bom funcionamento empresarial e mais, nunca provoquem os efeitos negativos sobre as pessoas que constantemente sofrem com esses ataques.
Portanto, deixo o link para a leitura. Todos temos experiências nesse tema, e quem quiser compartilhar conosco as suas, será muito benvindo.
A seguir o link (O ataque dos medíocres, por Revista Superinteressante).
Um abraço.
Guilherme Fonseca
terça-feira, 9 de fevereiro de 2016
Centralismo X Participação Coletiva
O Paradoxo acima proposto nos remete para a seguinte reflexão: Qual postura adotamos? Em que situações justifica-se o centralismo ou efetiva participação coletiva?
Ser centralizador , respondendo de imediato aos obstáculos, desafios e necessidades que se apresentam pode parecer uma virtude se o contexto analisado é o mundo dos negócios. Um segmento corporativo que exige dos profissionais especializados respostas rápidas e tomadas de decisões firmes para questões importantes. Ao centralizar decisões se assume o risco individualmente, o ônus e o bônus , e consequentemente a possibilidade de se ir do céu ao inferno muito rapidamente. Alguns estatutos de clubes sociais, esportivos e até mesmo partidos políticos fazem referência a expressão que exemplifica o que falamos :"ad referendum". E nada mais é do que a prerrogativa dada ao Presidente de tomar determinadas decisões sem a necessidade expressa de consulta ou autorização , definindo a questão baseado apenas no seu próprio entendimento.
No contraponto dessa visão temos a participação coletiva como um mecanismo capaz de mobilizar segmentos sociais na busca de soluções para questões que afligem a sociedade. E garante maior legitimidade, visto que envolve parcelas sociais significativas , dando o respaldo necessário nas respostas aos problemas enfrentados pela sociedade no seu cotidiano. Exemplos clássicos são os famosos plebiscitos que servem como balizadores da vontade popular e devem ser respeitados , pois fornecem parâmetros para os governantes compreenderem os anseios da população. Nos parece evidente que a sociedade moderna não pode se eximir de buscar entender os desafios que se apresentam em um número cada vez maior , tornando assim sua participação fundamental.No atual estágio que nos encontramos alienar-se não é a melhor opção. E ficar apenas transferindo responsabilidades também não resolve a questão.
É por isso que em muitas situações acaba-se por dar carta branca a falsos líderes, permitindo-lhes vez e voz, dado o crescente descrédito dos governantes e agentes políticos. Campo aberto e fértil aos falsos messias , propagandistas de uma fé falsa, resultado justamente da nossa ausência nas questões cruciais que definem nossas vidas.
Antes de pretender esgotar ou responder de forma definitiva esse dilema, desejamos sim que se pense muita profundamente sobre o tema, reflexões necessárias num cotidiano volátil no qual estamos inseridos. Refletir para agir, e agir propositivamente sobre o que surge é enfim o caminho para se crescer como cidadão(ã) e fazer evoluir a sociedade.
PENSEM NISSO!
Alexandre Gay de Mattos
Cientista Social
Ser centralizador , respondendo de imediato aos obstáculos, desafios e necessidades que se apresentam pode parecer uma virtude se o contexto analisado é o mundo dos negócios. Um segmento corporativo que exige dos profissionais especializados respostas rápidas e tomadas de decisões firmes para questões importantes. Ao centralizar decisões se assume o risco individualmente, o ônus e o bônus , e consequentemente a possibilidade de se ir do céu ao inferno muito rapidamente. Alguns estatutos de clubes sociais, esportivos e até mesmo partidos políticos fazem referência a expressão que exemplifica o que falamos :"ad referendum". E nada mais é do que a prerrogativa dada ao Presidente de tomar determinadas decisões sem a necessidade expressa de consulta ou autorização , definindo a questão baseado apenas no seu próprio entendimento.
No contraponto dessa visão temos a participação coletiva como um mecanismo capaz de mobilizar segmentos sociais na busca de soluções para questões que afligem a sociedade. E garante maior legitimidade, visto que envolve parcelas sociais significativas , dando o respaldo necessário nas respostas aos problemas enfrentados pela sociedade no seu cotidiano. Exemplos clássicos são os famosos plebiscitos que servem como balizadores da vontade popular e devem ser respeitados , pois fornecem parâmetros para os governantes compreenderem os anseios da população. Nos parece evidente que a sociedade moderna não pode se eximir de buscar entender os desafios que se apresentam em um número cada vez maior , tornando assim sua participação fundamental.No atual estágio que nos encontramos alienar-se não é a melhor opção. E ficar apenas transferindo responsabilidades também não resolve a questão.
É por isso que em muitas situações acaba-se por dar carta branca a falsos líderes, permitindo-lhes vez e voz, dado o crescente descrédito dos governantes e agentes políticos. Campo aberto e fértil aos falsos messias , propagandistas de uma fé falsa, resultado justamente da nossa ausência nas questões cruciais que definem nossas vidas.
Antes de pretender esgotar ou responder de forma definitiva esse dilema, desejamos sim que se pense muita profundamente sobre o tema, reflexões necessárias num cotidiano volátil no qual estamos inseridos. Refletir para agir, e agir propositivamente sobre o que surge é enfim o caminho para se crescer como cidadão(ã) e fazer evoluir a sociedade.
PENSEM NISSO!
Alexandre Gay de Mattos
Cientista Social
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